terça-feira, 24 de maio de 2011

Embalagens







As embalagens apresentam uma ampla variedade de formas, modelos e materiais.
A finalidade principal da embalagem é proteger o produto, bem como facilitar o seu manuseio e transporte. Ela é tão importante quanto o próprio produto, por este motivo, deve ser agradável, bonita e discreta.
As embalagens da foto são somente usadas para entrega em mãos, pois são frágeis e delicadas.
Pelo correio é necessária uma embalagem mais firme. Uma caixa de MDF, que garante maior segurança ou uma caixa de papelão bem grossa e a peça bem protegida com isopor, plástico bolha ou papeis.
Tem muitos artesões que fabricam suas próprias embalagens. Vale a pena investir em materiais mais baratos e na criatividade.
As embalagens de acetato da foto podem ser adquiridas na loja AREV Comercial LDTA, rua Cav. Basílio Jafet, 202 Centro/SP. Na região da 25 de Março. Tel. (11) 3227 7524
Ou pelo site, outros modelos e fabricante: http://www.caixadeacetato.com.br/caixa-sextavada.asp?Cat=30

quinta-feira, 19 de maio de 2011

História e Origem do Biscuit

                           
                          “Desde os tempos primórdios, o homem sempre se utilizou da argila, da
terracota e das rochas para fazer seus utensílios de caça e preparação de
alimentos.
A história da porcelana começou na China, por volta do começo do séc.
III d.C.    Era uma massa basicamente composta de feldspato (rochas de
silicatos como potássio, sódio e cálcio) e caulim (argila pura de cor branca),
caracterizada por sua alvura, dureza e um aspecto translúcido.
Esse precioso material chegou ao Japão, através da Coréia, por volta  do
séc. XVI, onde teve também uma importante produção e desenvolvimento.
Durante muito tempo, a Europa dedicou-se a imitar a porcelana oriental.
No começo do séc. XVIII, na cidade alemã de Meissen, um alquimista
encontrou em escavações de um jazigo, uma espécie de argila branca com alto
teor de caulim.    Começou a fabricar pequenas peças com essa argila e
obteve resultados muito semelhantes aos da porcelana chinesa. 
Por volta de meados do séc. XVIII, na França, criou-se uma produção
tipicamente francesa de porcelana, com um brilho aveludado e uma aptidão
para receber ricas decorações policromáticas, como flores e passarinhos.

A história do biscuit vem por volta dessa época, em que os artesãos estavam
sempre procurando materiais que pudessem misturar àquela argila
branca barateando um pouco o seu custo, com qualidade, beleza e
durabilidade tanto quanto à porcelana fina, também conhecida como “faiança”
(louça esmaltada ou vidrada).
Não se sabe ao certo, mas parece que havia na Itália uma massa tradicional,
feita de farinha, água e sal, conhecida como “pasta di sale”.     Com
essa massa, os italianos faziam pequenas e delicadas esculturas, retratando
o dia-a-dia da época, que hoje conhecemos por “bibelôs” ou “rococós”.
E embora seus artesãos procurassem durabilidade, as peças, justamente
pela porosidade da massa e a tendência à deterioração por ser orgânica,
não chegavam exatamente a atravessar gerações.
Em outros países também existem trabalhos nesta linha.
Nos Estados Unidos, por exemplo, os bonecos de “salt dough” são muito famosos,
além de serem uma tradição muito antiga. Apesar de sua beleza, guardam em si
a fragilidade dos elementos de que são compostos, ou seja, o artesão
encontra-se limitado à baixa resistência e durabilidade das peças

Mas foi pela insistência em se descobrir uma massa ideal para trabalhar
os objetos, sem a preocupação de que eles se quebrassem no dia seguinte,
que os artesãos continuaram a pesquisar materiais que pudessem ser
misturados à massa, como a cola, por exemplo, para lhe dar resistência
e durabilidade e pudessem também receber pintura e certos tipos    de
acabamentos brilhantes ou foscos.     Foi assim que artesãos da Europa
e América Latina chegaram à maleabilidade da massa do biscuit, também
conhecida como “porcelana fria”, por não ser necessário queimá-la    em
fornos especiais com altas temperaturas, como as porcelanas tradicionais.

E como a arte acompanha a evolução da humanidade, o biscuit tornou-se
não apenas mais uma expressão artística, promovendo eventos como ex-
posições e premiações, como também se tornou uma agradável e rentável
atividade, ganhando inúmeros adeptos em países da Europa, Japão e,
sobretudo, nos Estados Unidos e América Latina.

Aqui no Brasil, o biscuit aportou na década de 80, através de artesãos
que pesquisavam o assunto.
O mercado do artesanato, sobretudo, em São Paulo, recebeu muito bem
a técnica, pois muitas pessoas resolveram se dedicar à arte do biscuit
por sua praticidade, beleza e mil possibilidades.     
Fonte : Miniatura de gente

Noivos Humanizados para topo de bolo

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Tradição


Bolo dos noivos: O bolo é há séculos um símbolo de boa sorte e de festividade. No tempo dos Romanos a noiva comia um bocado de bolo feito de farinha e agua e exprimia o desejo de que nunca faltasse ao casal o essencial para viverem. Cada convidado recebia então uma fatia de bolo. Hoje celebra-se com bolos de múltiplas camadas ,branco ou colorido, doce, decorado e com recheios diferentes, o bolo de casamento é indispensável nas festas. Ele faz parte até mesmo das celebrações mais simples, onde os noivos comemoram apenas com um bolo e um brinde com champagne. Conta uma lenda que antigamente, todos os convidados levavam pedaços de bolo para os casamentos, que eram empilhados até formar uma pirâmide. Até o dia que um padeiro teve a ideia de confeitar os pedaços de bolo juntos, formando um bolo de vários andares. Esta tradição tornou-se frequente nos casamentos até os dias atuais., ricos de frutos e cobertos de açúcar com complicadas decorações ., mas mantém-se o costume de distribuir uma fatia por cada convidado , de modo que todos possam compartilhar da boa sorte do feliz casal.
O corte do bolo constitui o ponto alto da festa. O noivo pousa as mãos sobre as da noiva para segurar a faca e procederem ambos, ao primeiro corte do bolo. Segue-se a distribuição de fatias pelos convidados. Segundo a tradição popular, se as damas de honora ou alguma convidada solteira conservar a sua fatia do bolo e a meter á noite debaixo do travesseiro, sonharão com o seu futuro marido.

Noivinhos no topo do bolo: Divertidos ou clássicos, as miniaturas dos noivos ou caricaturas sempre retratam uma cena que ficou na memória do casal ou contam um pouco de sua história. Antigamente, eram usados modelos padrões, feitos de resina ou porcelana. Com a chegada do biscuit, os noivinhos personalizados ganharam destaque nos casamentos. Hoje eles são preferência nacional e já estiveram presentes em vários casamentos de famosos e até na abertura da serie Tapas & Beijos. Os noivinhos para o topo de bolo combinam com todos os estilos de casamento e decoração.